segunda-feira, 17 de outubro de 2011

[Resenha] O Código Da Vinci - Dan Brown

O Código Da Vinci
Dan Brown
Editora: Sextante
Gênero: Ficção
Páginas: 397 (Ilustrado); 423 (Clássico)
“Um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton. Momentos antes de morrer, Saunière consegue deixar uma mensagem cifrada na cena do crime que apenas sua neta, a criptógrafa francesa Sophie Neveu, e Robert Langdon, um famoso simbologista de Harvard, podem desvendar. Os dois transformam-se em suspeitos e em detetives enquanto percorrem as ruas de Paris e de Londres tentando decifrar um intricado quebra-cabeça que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica.Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental - da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal.”
A resenha de hoje será um pouquinho diferente das de costume. Ao invés do bom e velho Y.A book, resolvi apresentar uma parte do outro lado do meu gosto literário. Para ser sincera, apesar da minha tendência a gostar de livros para jovens adultos, as minhas maiores paixões mesmo são livros como os de Bernard Cornwell e de Dan Brown. Desde que li “Ponto de Impacto” há algum tempo atrás, venho adquirindo um repertório até que bem farto de livros de ficção mais adultos. São simplesmente fantásticos! Eu me achava uma criminosa por ainda não ter lido “O Código Da Vinci". Então, justamente por este motivo que resolvi criar vergonha na cara e pedi emprestado para minha avó (Sim, ela é uma das grandes culpadas pela minha compulsão por livros) o tão precioso!
Como todos os livros do Dan Brown, O Código Da Vinci começa com a esplêndida descrição de um acontecimento, a princípio, impensável. O primeiro capítulo serve de gancho para todo o resto do livro, lançando a isca perfeita em torno do mistério a ser descoberto. Um assassinato no museu do Louvre desencadeia uma série de fatores que unem o simbologista Robert Langdon, nosso protagonista, e a criptóloga Sophie Neveu em uma árdua busca ao Santo Graal, algo que pode mudar para sempre a concepção da humanidade sobre a religião católica. Então, depois de ser acusado de assassinato, ter recebido um fardo pesadíssimo nas costas de uma pessoa que ele não conhecia e ter que traduzir uma série de capciosas pistas para encontrar o Graal, Robert ainda tem que lidar com a perseguição e a certeza de que por detrás de todos os últimos acontecimentos há entidades com poderes ainda maiores do que ele imaginava.
Sabe, não sei se foi pelo fato de eu ter lido a versão ilustrada do livro, ou se foi simplesmente pela forma clara que Dan Brown escreve, mas as imagens saltaram dos livros e se projetaram em minha imaginação com uma nitidez assustadora! Eu viajei por Paris e pela Inglaterra, eu conheci obras famosas e participei de perseguições, tudo isso sem sair do sofá de casa! Os segredos, os mistérios que envolvem a narrativa do “O Código Da Vinci” são intrigantes demais, elas mexem com a cabeça do leitor, fazendo-o se perguntar até onde aquelas observações, aquelas conspirações são verdadeiras. Aliás, essa é uma das coisas que eu falo sobre o Dan Brown: eu realmente não entendo como ninguém ainda não catou o sujeito. Sério! Ele critica intimamente as organizações mais poderosas do mundo, como a maçonaria, a igreja católica ou a NASA, expondo-as muitas vezes ao ridículo, ou até mesmo à dúvida. A cada livro dele que eu leio, pergunto-me qual serão os duvidosos princípios que serão criticados, e qual o grau de veracidade que essas críticas podem conter.
Resumidamente, o livro é muito bem elaborado, com uma história fantástica recheada de mistérios, intrigas, conspirações, personagens muito bem estruturados e um desenvolvimento e ousadia de tirar o fôlego.  Para aqueles que ainda nutrem alguma dúvida com relação ao livro, recomendo mesmo que o peguem para ler logo! Não só esse quanto qualquer outro livro do Dan Brown. E, para aqueles que conheceram o livro pelos cartazes de cinema, embora não tenha visto o filme ainda, posso dizer que, jamais, nunca, em hipótese alguma, julguem um livro pelo seu filme.


Avaliação:


Capa: 
Acabamento do livro: 
História: 
Andamento: 
Desfecho: 



Avaliação Geral:

2 comentários:

  1. Excelente resenha, não tenho nada a adicionar a não ser minha opinião pessoal de que adorei o livro tambem. Dan Brown tem essa incrivel capacidade de te prender ao livro com suas tramas.

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  2. Gostei do livro. Acho que Dan Brown é um mestre no estilo de escrita que faz, mas confesso que o estilo - o romance policial - não é o meu preferido.
    Gostei muito mais do livro do que do filme.

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