quarta-feira, 8 de agosto de 2012

[Resenha] Divergent - Veronica Roth


{"Em Outra Língua" é um meme criado por este blog para fazer resenhas ou comentar sobre lançamentos de livros estrangeiros a princípio apenas às quintas-feiras, mas atualmente em qualquer dia da semana. Todo blog pode participar - saiba mais aqui!}

Este meme está no Into Wonderland como parte integrante do Desafio Literário Meu Primeiro Livro em Outra Língua. Saiba mais aqui.


Título: Divergent 
Autora: Veronica Roth
Editora: HarperCollins (EUA; não foi publicado no Brasil)
Gênero: Fantasia
Páginas: 501 (Kindle)

"'So today s the day,'  she says.
'Yes,' I reply.
'Are you nervous?'
I stare into my own eyes for a momento. Today is the day of the aptitude test that will show me which of the five factions I belong in. And tomorrow, at the Choosing Ceremony, I will decide on a faction; I will decide the rest of my life; I will decide to stay with my family or abandon them."

São 5 os clãs que formam essa sociedade: 
Dauntless, dos corajosos;
Erudite, dos sábios;
Abnegate, dos generosos;
Candor, dos honestos;
e Amity, dos bondosos.

Cada jovem, aos completar 16 anos, deve escolher seu clã e superar as dificuldades dos respectivos processos seletivos. Não ser aceito em algum deles significa tornar-se um pária, marginal - 'factionless'. Para Beatrice, tal destino é pior do que a morte. Vinda de uma família de Abnegate, sua escolha por Dauntless causa perplexidade. Os costumes diametralmente distintos entre os dois clãs tornam as chances de Beatrice (para seus novos companheiros, 'Tris') passar na seleção muito escassas.

Entretanto, às vezes, generosidade e coragem fundem-se, passando a ter o mesmo significado.

Ao final de seu teste de aptidão, porém, Beatrice descobre que não possui vocação específica para nenhuma facção; ela é uma divergente. E ser divergente em sua sociedade representa um perigo mortal.

Divergent, nos primeiros meses, tinha tudo para serem os 10 dólares piores gastos da minha vida. Cheguei a um terço do livro com dificuldade, arrastando-me. Beatrice é uma chata, fraca e chorona; não aguentava seu nhé-nhé-nhé e, finalmente, desisti de terminar. Mês passado, porém, em uma visita à Livraria Cultura com a Flora, encontrei o livro físico, em inglês, e decidi dar-lhe uma nova chance.

No regrets. A partir dos 33%, Divergent pega um ritmo alucinante, fantástico. Tris tem sua primeira real 'vitória' na seleção, e sua recém adquirida autoconfiança incentiva o leitor. Os personagens tomam mais 'forma', e suas presenças no enredo começam a fazer mais sentido. A história é bastante original, ao menos no que tange a YAs de hoje; nos é apresentada a decadência de um sistema social que tinha tudo para ser perfeito. Roth explora de maneira curiosa as antíteses do ser humano e sua incapacidade de 'encaixar-se' inteiramente em uma virtude ou outra.

Apesar do início insuportável, Divergent provou-se digno do auê que está causando em seu país de origem. O lançamento previsto no Brasil é em setembro, pela Editora Rocco.


Por Carol Fabiano Viciada em livros, lê principalmente em inglês e é colaboradora do Into Wonderland. Trará sempre resenhas de títulos em inglês, acompanhe. (:



Avaliação:
Acabamento do livro:   
História: 
Andamento: 
Desfecho: 

Avaliação Geral:

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