sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Amazon Brasil, Kobo e Google Play (não necessariamente nessa ordem)

Amazon Brasil Kindle
A Amazon está oficialmente em terras brasileiras. A gigante americana colocou seu site .com.br online por volta das 00:30 de ontem, dia 6 de dezembro. Apenas e-books estão sendo comercializados, entretanto o preço do Kindle já foi divulgado: $299 dilmas. Entretanto, ele só começará a ser vendido nas próximas semanas - eles estão montando amazéns para trazer não só o kindle, mas como a gama imensa de produtos que eles comercializam nos EUA.

Isso aconteceu pouco mais de cinco horas depois de a livraria Cultura começar a venda do Kobo, um dos principais concorrentes do Kindle, e que já vinha sendo anunciado desde a semana passada. O Kobo está sendo vendido por $399 reais.

Kobo livraria cultura concorrente Kindle

É só uma suposição minha, mas acredito que o Kindle só está tão barato para poder ganhar mercado, porque o preço que estava sendo imaginado era superior ao que foi anunciado.
Google Play e-book Google livros filmes
Para acirrar ainda mais essa briga que tem tudo para ser boa, às 23:45 de quarta feira, dia 4, o Google (aquele pequenininho) lançou pelo Google Play (que até então só vendia games) a venda de livros e filmes.

Caso você ainda não tenha se rendido às graças do e-book a hora é essa. Aqui no Into Wonderland até a Flávia que escreveu aquele artigo sobre a leitura fora do livro físico se rendeu aos encantos do Kindle. Sem, é claro, abandonar o livro de papel.

E com tudo isso, a Associação Nacional de Livrarias anunciou que enviará para a Presidente Dilme, Marta Suplicy e demais entidades um documento que expõe alguns receios com o livro digital com sugestões para regulamentação do preço. É... mas a gente sabe que eles estão com medo de ficar sem trabalho, como um bocado de gente tem ficado nos estates e na europa.

Nesse caso, até é legítimo o medo, mas, em minhas singela opinião isso, é provocado por uma falta de inovação e de se repensar o conceito de "livraria". Afinal, livrarias não podem mais ser somente uma loja de livros. É só olhar para a Livraria Cultura e/ou para a Livraria da Travessa para entender do que eu estou falando. Só que isso é assunto para um "Palavra da Lagarta", prometo que vou escrever.

E você, o que pensa disso tudo? O que acha que pode trazer de bom e de ruim? Ser brasileiro está super na moda, até na literatura, não é?

Por último, vou deixar um vídeo legal para vocês entenderem como a empresa de Seatle funciona nos EUA (e porque é tão difícil trazer ela para o Brasil). A coisa é tão grande que o próprio setor de e-commerce (venda online) considera a Amazon algo a parte, numa categoria diferente. Entenda o porquê.

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